Estou suando. Há duas cobertas sobre eu e Mel. Além disso, a temperatura de seu corpo, que está colado ao meu, é alta demais. Mas ainda assim permaneço exatamente onde estou e deixo que sua cabeça descanse sobre meu peito. Ela continua tremendo e está me assustando o fato de que a febre parece não ter cedido nem um pouquinho. Ela parece tão frágil que meu coração se aperta. Minha mãe costumava dizer que eu tinha algum tipo de instinto natural em proteger a Mel. Acho que ela está certa, a ideia de deixar qualquer coisa r**m acontecer com ela me deixa enjoado. Mel se mexe um pouco e resmunga baixinho — Eu to com frio. Sua voz é quase um sussuro, preciso me esforçar pra ouvi-la — Amor, não é bom para sua febre ficar te aquecendo tanto. Que tal tomar um banho fresco? Ela n**a com a cab

