Narradora
Helena acordou e percebeu que não havia dormido nada na noite passada e ainda estava assimilando o fato de que ela era uma bruxa. Lena sentou na cama e pegou a carta que recebeu do senhor Dumbledore na noite anterior e a leu de novo porque ainda não acreditava.
A Srta. H. Walker
Quarto do segundo andar a direita
Rua The Bishops Avenue, número 2
Hampstead
O envelope era grosso e pesado, feito de pergaminho amarelo e endereçado com tinta verde - esmeralda e não havia selo.
A carta dizia:
Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts
Diretor: Alvo Dumbledore
(Ordem de Merlin, Primeira Classe, Cacique Supremo, Grande Feiticeiro, Bruxo Chefe, Confederação Internacional de Bruxos)
Prezada Srta. Walker,
Temos o prazer de informar que V.Sa tem uma vaga na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Estamos anexando uma lista dos livros e equipamentos necessários.
O ano letivo começa em 1 de setembro. Aguardamos sua coruja até 4 de julho no mais tardar.
Atenciosamente,
Minerva McGonnagall
(Diretora Substituta)
Ainda Helena ficou se perguntando por que aceitou ir para essa escola. Não é que não aceitasse o fato de ser uma bruxa é que ir para essa escola ia fazer toda diferença para mim como: Será que ia sair bem nessa escola? Será que ia aprender magias? Será que ia sair bem nas aulas e no mundo bruxo? E principalmente, será que ia fazer amigos?
Essas perguntas ficam martelando na cabeça da Helena por isso ela não conseguia dormir de noite. Helena suspirou e guardou a carta de novo na gaveta da cômoda,se levantou para abrir a janela, foi ao banheiro e fez higiene pessoal. Tomou um banho morno, se secou, colocou desodorante, colocou lingerie rosa com babados e a roupa que havia escolhido na noite passada que era um short azul jeans, blusa de alcinha laranja , pois, estávamos em agosto e era verão ainda, deixou o cabelo preso numa colina e passou um pouco de perfume suave Ego. Desceu para tomar café na cozinha onde já estavam seus pais.
- Bom dia! - Helena
- Bom dia princesa - Nathan
- Bom dia filha, dormiu bem? - Manuela
- Não mamãe na verdade não dormi nada. - Falei me sentando para tomar café
-Foi por causa da visita e da conversa com o senhor Dumbledore - Nathan
- Sim, papai ainda não assimilei o fato de que sou uma bruxa é tão estranho, mas ao mesmo tempo parece que tudo faz sentido, não sei o que pensar. Acho que só vou acreditar quando eu ver esse mundo bruxo, ai acho que vou acreditar. - Helena
- Entendi filha, mas, você precisa dormir n******e se esquecer disso. - Manuela
- Eu sei mamãe vou tentar dormir de noite. - Helena
A família de Helena tomou café e conversavam até que ouviram a campainha e Helena foi abrir.
Ela levou um susto ao abrir a porta ,pois, na sua frente havia um homem gigante que conseguiu ultrapassar a porta e estava usando vestes velhas, cabelos desarrumados até seus ombros e a barba cobria quase todo seu rosto.
- Olá! Sou Rúbeo Hagrid, mas podem me chamar só de Hagrid, sou grande amigo de Dumbledore e vou de acompanhar nas compras dos seus materiais.
- Oi Hagrid! Me chamo Helena mas pode me chamar de Lena ou Leka o que preferir, os meus pais estão na cozinha , só vou subir para o quarto e pegar uma jaqueta e colocar uma sapatilha já volto. - Helena
Enquanto o Hagrid conversava com os pais de Helena na cozinha ela subiu para o quarto e pegou um tênis sapatilha casual on com zíper confortável nude e uma jaqueta sintética regular manga longa da poliuretana acolchoada não demorou muito e Helena desceu para cozinha aonde estava o Hagrid conversando com os pais.
- Estou pronta, vamos Hagrid . - Helena
- Vamos Lena. - Hagrid
- Podemos saber aonde vocês vão? - Liz
- Hagrid vai me levar para comprar os meus materiais para a escola. - Helena
- Boas compras filha, aqui está o dinheiro para suas comprar. - Nathan
- Obrigada papai. - Helena pegando o dinheiro e guardando na carteira e colocando na bolsa de ombro feminina de Nylon Oxford cor vinho tinto.
- Tomem cuidado. - Liz
- Pode deixar mamãe. - Helena
Helena se despediu dos pais e acompanhou o Hagrid e durante o caminho Helena ficou conversando com o Hagrid e ela o achou muito simpático e amigável para um gigante.
De repente o Hagrid parou o que fez a Helena para também.
- O que foi Hagrid? - Helena
- É aqui? - Hagrid - O Caldeirão Furado. É um lugar famoso.
Lugar famoso ?
Para Helena era um barzinho sujo se o Hagrid não tivesse apontado ela não teria reparado. Aliás Helena tinha uma sensação estranha de que só ela e o Hagrid viam o bar o resto das pessoas só se desviavam do bar nem viam.
Antes que a Helena pudesse falar alguma coisa, Hagrid já a empurrou para dentro.
Helena
O Hagrid apesar de ser um gigante é muito sociável, amigável e simpático gostei muito dele. Durante o caminho para ir fazer as minhas compras eu estava muito feliz porque eu fazia muitas perguntas para o Hagrid, ele respondia todas então já ficava por dentro de como era o mundo bruxo e pelo que o Hagrid falava o mundo bruxo era um lugar incrível.
De repente o Hagrid parou e eu parei também percebi que tínhamos parado na frente de um bar bem sujo Hagrid me explicou que o bar se chamava O Caldeirão Furado e que era um lugar famoso.
Lugar famoso?
Para mim era um bar sujo e antes que pudesse falar alguma coisa o Hagrid me empurrou para dentro.
Se no lado de fora a aparência do bar já era h******l por dentro, então nem se fala.
O caldeirão Furado era um lugar escuro e miserável, Havia algumas velhas sentadas a um canto, bebendo pequenos cálices de xerez. Uma delas fumava um longo cachimbo. Um homenzinho de cartola conversava com o velho dono do bar, que era bem careca e parecia uma noz viçosa. O zunzum das conversas parou quando entramos. Todos pareciam conhecer o Hagrid, acenaram e sorriram para ele. Tom pegou um copo, perguntando :
- O de sempre Hagrid?
- Não posso Tom, estou a serviço de Hogwarts. - Hagrid
- Olá garota
- Oi! Pode me chamar de Helena, o Hagrid está me acompanhando nas compras dos materiais.
- Então vai para Hogwarts?
- Sim senhor
- Boas compras e bom ano escolar
- Obrigada
- Até a próxima Hagrid.
- Até Tom
Nós nos despedimos do Tom, passamos pelo bar e saímos num pequeno pátio murado, onde não havia nada exceto uma lata de lixo e um pouco de mato.
- Três para cima… dois para o lado… - Hagrid - Certo, chegue para trás, Lena
Hagrid bateu na parede três vezes com a ponta do seu guarda - chuva. E o tijolo que tocou estremeceu, torceu - se. No meio apareceu um buraquinho, que se foi se alargando cada vez mais. Um segundo depois vimos diante de um arco bastante grande até para Hagrid, um que abria para uma rua de pedras irregulares, serpeava e desaparecer de vista.
- Bem - vinda - Hagrid - Ao Beco Diagonal