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3652 Palavras

Ao passarmos por um caminho familiar, me inclinei para frente. -Podemos passar em um lugar primeiro? -Sim, claro. Onde? -Samuel perguntou já diminuindo a velocidade. Não fazia o menor sentido o que passava pela minha cabeça, eu sabia. Era errado e completemente desnecessário para mim, mas estava bêbada, poderia colocar a culpa nisso. -No apartamento do Finn. -Falei antes que a ideia se concretizasse na minha mente. Eram cinco da tarde, ele possivelmente não estaria em casa. Se estivesse eu iria mesmo assim. Minha vida já estava arruinada de qualquer forma e tomada pela embriaguez e pela raiva queria muito poder dizer umas boas verdades para ele. Se estivesse normal, nunca conseguiria e talvez ficasse triste só com o pensamento de vê-lo, mas bêbada eu era capaz de tudo e naquele moment

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