Capítulo 4

1451 Palavras
Capítulo 4 Três 1448 Palavra Data de atualização:2024-04-15 09:20:31 Lobo Vejo sua b****a engolir o cano da minha arma em uma facilidade absurda, por estar molhada pra c*****o. A arma desliza pra dentro dela, Ísis tenta reprimir o gemido mordendo o lábio inferior, mas suas costas estão arqueadas para, cima para entrar mais fundo. — Tu é a p***a de uma feiticeira! — falo, meu dedos melam assim que toco sua b****a molhada demais com minha arma fodendo ela — rebole… — Meu Deus! — Não diga o nome de Deus agora, grite pelo meu — meu tom é sério e autoritário — tira essa blusa. — Você é um maluco pervertido com fetiches estranhos! — E tu está gostando disso, não está? — tiro a arma de dentro dela e me levanto ficando no meio de suas pernas — olha como tu melou ela inteira. Aponto a arma para sua cabeça, encosto na lateral e ela estremece. — Não tem munição aí, está brincando comigo! — Quer testar? — pergunto — quantos tiros acha que consigo disparar, até te acertar? Engatilho a arma e aperto o gatilho, ela fecha os olhos rápido e abre lentamente me encarando. O medo e o pavor estampado em seu olhar. — Mer… Merda, você é maluco? Sai de cima de mim agora! — Dois… — engatilho novamente a arma e disparo. Seus olhos arregalados enquanto sinto sua b****a molhar minha bermuda, já que permaneço entre suas pernas, sem falar nada. Meu p*u pulsa dentro da cueca e me n**o a acreditar que estou com t***o nessa maluca inconsequente. — Você só quer me assustar, não tem nada dentro dessa arma — ela afirma — sabe, isso não tem graça. — Não é pra ter graça, Ísis — com apenas uma mão, abro o tambor da arma mostrando a ela a munição dentro, que seria o próximo tiro disparado — mais uma rodada? — Vai se fuder, seu psicopata doido! — Já me chamaram de muitas coisas, mas saindo dessa tua boquinha vou levar como um elogio — jogo a arma de lado e desço minha mão em sua barriga, até dois dedos meus enterrar em sua b****a molhada e quase me sugar para dentro, meu p*u pulsa a cada movimento de vai e vem que faço, e eu quase posso sentir ele dentro dessa b*******a quente — quer que eu pare? — Filho da… — ela não termina a frase, pois estoco dentro dela mais uma vez e suas palavras são substituídas por um gemido manhoso, um gemidos gostoso pra c*****o — como sabia que a próxima tinha uma munição, e então não disparou? — Não sabia… — estoco mais algumas vezes, sua b****a aperta meus dedos e o cheiro de sexo toma conta do ar. — Iria disparar mais uma vez? — afirmo com a cabeça — iria estourar minha cabeça, maluco. — Doido, maluco, psicopata. Quais outros adjetivos tem para usar comigo, feiticeira? — encaro seus olhos vermelhos, mas não tiro os dedos de dentro dela e nem movimento, Ísis respira forte, meu peito sobe e desce e sua boca entreaberta é quase um convite para beija-lá — eu disse pra não me provocar. — Quer fuder comigo? — Acha que aguenta f***r comigo? Acha que aguentar aplacar o t***o de um homem que está a 5 anos sem comer ninguém? — vejo ela engolir seco, e quase sorrio por dentro — deixa eu f***r contigo, vai ficar sem conseguir andar por uma semana. — Eu duvido disso! — Ou sem conseguir sentar — afirmo — se tu quer p*u, é só pedir, Ísis. Não é muito difícil fazer isso. — Sem andar direito e sem me sentar — provoca, minha mão desliza em seu pescoço e aperto levemente. Um gemido escapa dos seus lábios e ela sorri — Pode acabar não dando conta de cumprir todas essas suas promessas. Não digo nada, apenas a seguro pela cintura e levanto em meu colo, fazendo ela sentar em cima de mim com as pernas abertas, pelada, totalmente vulnerável para eu fazer o que quiser. — Tu vai ser minha ruína, feiticeira desgraçada, mas em contrapartida vai se lembrar de mim a cada passo que der amanhã. Ela é pequena em comparação a mim e, quero meu p*u bem acomodado dentro dela. — Quer parar? — pergunto. — Quero saber se tu é isso tudo mesmo, ou só está contando história. Encaixo minhas mãos embaixo de sua b***a arreganhando ainda mais suas pernas. Desço a mão em minha bermuda e meu p*u pula pra fora roçando em sua b****a que mela ele todo. Arqueio sua cintura, encaixo meu p*u em sua entrada e sento ela com força quando sinto sua b****a apertada esmagando meu p*u. — p***a! — ela geme, jogo o pescoço para trás e puxa o ar entre os dentes. Seguro sua cintura com firmeza, inclino seu pequeno corpo um pouco para frente e começo a estocar dentro dela, firme, duro e brutal. Quase tenho que me esforçar para não gozar tão rápido. Mas conduzo seu rebolado em cima do meu p*u, pra frente e para trás rapidamente, enquanto seu clítoris se esfrega em mim e eu sei que essa p*****a desobediente está quase gozando. — Só vai gozar quando eu deixar! — aviso. Contorno meus braços em suas costas e levanto ela tirando meu p*u de dentro, muito molhada. Ela choraminga, mas não diz nada. Posiciono ela na cama de costas para mim, levanto seu quadril já empinado e enrolo seu cabelo longo e cacheado em minha mão esquerda, enquanto uso a direita para estapear seu r**o bronzeado e com uma marquinha de biquíni. Analiso ela de quatro, totalmente submissa, a pena tatuagem na lateral da b***a quase faz meu p*u ficar ainda mais duro. Me abaixo e passo a língua por cima dela, vejo sua pele se arrepiar e gravo uma mordida, bem ali. — Me dê seu braço — ela joga um braço para trás e eu seguro — o outro também! Com uma mão grudada em seu cabelo, ergo seu rosto para o lado só pra ver sua feição tomada pelo prazer, a outra mão segurando seus braços cruzados atrás das costas, enquanto conduzo meu p*u pra dentro da sua b****a sem precisar de ajuda. Estoco firme dentro dela, uma única vez e sou capaz de ver uma lágrima sair de seus olhos, mas ela não reclama, não ainda. Meto firme e com força, sinto meu p*u batendo bem no fundo e seu gemido alto dentro da p***a de um quarto que parece ficar ainda mais pequeno com cada gemido que ela da. Solto seus braços e suas mãos afunda no lençol da cama, enquanto ainda permaneço metendo com força dentro dela. Estalo um tapa firme em sua b***a e vejo a marca da minha mão surgindo, levemente avermelhada. — Isso é por ter entrado na minha sala de armas, não te dei essa permissão — outro tapa no mesmo lugar, deixando ainda mais vermelho e minha palma queima — e isso, é por ter sido desobediente. — Não… — Não o que, Ísis? — pergunto, estocando cada vez mais rápido. — Não mete forte assim, dói — sua súplica sai entre os gemidos. — Sustenta tuas gracinhas — giro seu corpo de frente para o meu, afundo meu p*u dentro dela, mas antes coloco suas duas pernas em meus ombros. Desço o corpo ficando cara a cara com ela e sussurro — eu te avisei o que aconteceria. Agarro seu pescoço firme, e levanto uma mão enfiando entre nós dois, pra tocar seu clítoris sensível demais que pulsa a cada circulada que meu dedo dá. Em um vai e vem forte, continuo estimulando seu clítoris e em poucos minutos ela se desfaz embaixo de mim, tremendo as pernas e gozando, enquanto se contorce de prazer. Continuo estocando dentro dela, até ver o desespero em seu rosto. — Eu já gozei — sorrio de lado pra ela, ainda segurando suas pernas — quer me matar? Não respondo, mas sinto sua b****a me apertar e foi o estopim pra eu quase gozar dentro. Tiro meu p*u de dentro e vejo minha p***a atingir seus s***s, barriga e ela ficar toda melada. Me afasto, arrumo minha bermuda e pego minha arma em cima da cama. Ela me olha sem entender nada, mas dou apenas um aviso. — Fica longe de mim, Ísis. Eu estou te avisando e dando o papo reto — afirmo — eu poderia mesmo ter te machucado, mas me controlei pra c*****o pra não fazer isso. Se te resta um pouco de juízo nessa tua cabeça, não me provoque mais, ou a brincadeira vai ficar de verdade.
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