Andei um pouco pelo hotel, lembrando-me sempre de olhar em volta, pela segurança daquele ogro que Christopher se transformou. Também tinha em mente o que Andrey havia me dito, o que não fazia sentido nenhum, até eu sentir meu celular vibrar em meu bolso. Peguei ele vendo que era um número restrito e não demorei a atender. – Pode dizer. – Eu disse assim que atendi o telefone. – Até parece que sabia que era da prisão. – Escutei a voz do diretor May do outro lado – Você sabia, não é? – Sim, eu sabia. – Me encostei em uma haste de gesso pintada de amarelo na entrada do hotel – Aconteceu algo, senhor May? – Não querida. – Ele parecia agitado com algo – Na verdade, ouvi Andrey comentando que disse a você que ele iria sair por bom comportamento. – E o que tem isso? – Analisei um casal que en

