Sophie parecia outra pessoa falando com o pai. Era como se aquele Sophie que eu estava vendo a minha frente, estivesse passado um tempo morta, e agora estava renascendo ali na minha frente. Acho que em algum momento ela precisou ser forte, nunca devem ter ensinado isso a ela, então ela simplesmente criou aquela personalidade. Ela também não parece o tipo que vai a um psicólogo. Eu queria ficar com ela, mesmo com todo o resto acontecendo. Bom, quanto ao resto... Ninguém nunca precisou de restos para ser feliz. – Virei vê-lo novamente, eu prometo. – Ela colocou a mão no vidro como se pudesse tocar o pai, e logo depois ele fez o mesmo, com um sorriso e lágrimas no rosto. Então ele falou algo que fez ela paralisar por alguns segundos. Logo depois Sophie sorriu, e se levantou colocando o tele

