Malvadão Narrando... Passei quase três dias grudado na minha pretä. Bagulho doido. A mina é viciante, me pegou de um jeito que eu nem sei explicar. É aquele chocolate meio amargo, tá ligado? Não é totalmente doce, mas também não é azeda. É no ponto certo, daquele jeito que deixa a mente zonza. Minha deusa do ébano. O bombom mais raro que eu já botei as mãos. Só que, mano, tem uma parada errada nisso tudo. Eu não sei explicar o que sinto por ela. Mas sei que ficar sem? Nem fodendo. Agora essa filha da putä resolve sumir, meter o pé e ficar no asfalto. O caralhö que ela vai ficar lá. Não existe essa porrä. Eu posso respeitar muito a liberdade dela, mas respeitar o perigo? Jamais. Essa mulher vai voltar pra Rocinha, nem que seja no laço. O Rei ficou só me olhando depois da ligação. Pousou

