Capítulo 5

1648 Palavras
Kiko narrando Grego meteu o pé com a ruiva e eu fiquei por cá, curtindo a vibe, só na maldade. As meninas jogando pra mim, enquanto eu dava um tapa no baseado, tudo bom, tranquilão, mas com o paü doido pra entrar numa b****a. Só que aí que tá, nunca fui de pegar qualquer uma, né? Na hora do desespero pra descarregar, o cria mete uma capa no paü e mete pra dentro. Mais quando tem várias jogando assim? Dá pra escolher o filé. E no porte de fiel mermo, quem eu queria meter era aquela desgraçada da Melissa. — Já é, loirinha… Já percebi que tu tá na porrä da intenção, né? Tu é gostosinha, hein? Dá pra dar umas bombadas legal. ___ Falei no ouvido da loira, passando a mão no pescoço dela e enfiando o nariz no cangote. Loira — Já vi que tá solteiro, né, gostoso? Meu nome é Amanda, tô na pista, soltinha, pronta pra amar. Dei uma gargalhada, jogando a cabeça pra trás. Putä que pariu, a mina me veio com uma cantada dessas? Tá de s*******m. Ela virou de costas, tirou meu braço do pescoço e começou a dançar na minha frente, jogando com gosto. Se inclinou, botou a mão no joelho e encaixou a bundä no meu paü, rebolando daquele jeito que só uma filha da putä gostosa faz. — Faz assim não, filha da putä… Se continuar, eu te jogo no beco e só saio depois de gozär em todos os buracos disponíveis. ___ Rosnei, metendo um tapão na rabä dela. Loira — Se eu não quisesse ser jogada na parede e fodida, eu nem estaria aqui, né? ___ fala toda sapeca. Uma filha da putä mermo! Puxei a cintura dela, colando no meu corpo, a mina me olhou por cima do ombro, se esfregando na maldade . Só que do nada senti outra encostando por trás, passando o braço pela minha cintura e deslizando a mão, apertando meu paü por cima da calça. — Ih… Se cutucar, vai ter que segurar o tranco. ___ murmurei, sentindo a pegada. XXX — É um emocionado mesmo. ___ A voz dela veio com aquele tom ácido que só ela tem. Filha da putä me tirou do transe na hora. — Caralhoo, Mel… Tá me seguindo porrä? Tô afim de enrolação não, então vaza, tu e cheia dos caô. ___ meto o serinho, olhando pra ela de lado, e a loira se afastou. Melissa — De caô? Tá tirando, né? Tô de olho, porque eu sei que tu não vale nada. Agora, cadê o Grego? ___ pergunta toda afrontosa. Revirei os olhos, já sabendo que ela vinha com essa, cortando minha brisa. A mina não cagä nem sai da moita, toma no cü pra lá. — Sei lá, por um acaso virei babá de marmanjo? era só o que faltava mermo nessa porrä. ___ Soltei virando o resto da bebida. — Foi atrás de uma ruiva. Foi comer b****a, foi o que nois veio fazer aqui. ___ Ela secou a loira de cima embaixo, depois olhou em volta. Melissa — É bem a cara de vocês mesmo, sair por aí atrás de b****a, até pegar uma bicheira no paü. ___ A desgraçada fala tentando se esfregar, meti um empurrão. — Some Melissa já embaçou demais, porrä. ___ Falei com o tom de voz alterado e severo. — Mas vem cá, por que tu se preocupa tanto com ele? Tô achando que tu quer dar pra ele e fica aí na minha sombra. ___ comecei a sorrir com a cara de sonsa que ela fez. Melissa — Tá maluco, Kiko? Grego é um babaca. Quem eu quero ver na minha sombra, e na minha cama, é tu. ___ fala maliciosa, me encarando na intenção. Ela se encostou mais, a mão descendo ainda mais ousada. Sorri de lado. É isso que eu falo, a mina vem, mas nunca vem direito. — Então para de caô e assume que é minha, porrä. ___ Soltei sabendo que ela tava de caô no bagulho, papo reto, a mina é chave de cadeia. Ela mordeu o lábio, fingindo pensar, e no segundo seguinte, se virou de frente pra mim, puxando meu rosto pra perto. Melissa — Quem disse que eu sou de alguém, hein? A mina era um problema, mas era um problema que eu até queria resolver, só que não tava muito afim, não nesse momento. — fica aí com a porrä dos seus caô, que eu vou aproveitar a minha noite. ___ Dei a ideia para ela já me afastando, mas a filha da putä é insistente. Melissa — não acredito que tu vai me dar as costas para ficar com a loira oxigenada do asfalto. ___ mano vontade de selar a mão na cara dela. A Melissa sempre foi cheia dos caô, mas dessa vez passou da linha. Assim que viu a loira agarrada em mim de novo, veio na maldade, puxando o braço da mina com uma força absurda. A loira tropeçou, caiu pra trás e quase levou um capote feio no meio da pista. — Tá maluca, porrä? ___ soltei na hora, segurando a mina antes dela bater de vez no chão. Fui pra cima da Melissa, e segurei a filha da putä pelo pescoço, a merma começou a se debater e gritar, apertei mais forte. Ela tava quase sem ar, percebi uns olhares sobre mim. — Sua sorte filha da putä, é que nois tá no asfalto. ___ Falei largando ela e me afastando. Melissa — Ah, Kiko, menos, né? Só tirei a mina do caminho. Já deu tua cota de carinho falso hoje. Carälho! Só pode tá de s*******m com a minha cara. Se essa desgraçada não fosse mulher, eu já tinha resolvido na porrada faz tempo. A loira se ajeitou, arrumando o vestido, ainda bolada. Loira — Tu é doida, porrä?! ___ ela rebateu, com os olhos arregalados. Melissa — E tu, biscatë? Que porrä é essa de se jogar nos braços de homem casado? ___ pergunta afrontosa e eu já passo a mão no rosto, indignado com essa filha da putä. — Fodä-se, Melissa, tá de graça já. Se manca, porrä! Grego — Qualé, mano? Que caô é esse? ___ já chegou na cobrança, olhando pra Melissa e depois pra mim. Já ia meter o pé daqui antes que minha paciência explodisse, mas Grego apareceu do nada, saindo do meio da pista com uma ruiva agarrada nele e mais duas minas vindo atrás, uma loira e uma morena. A filha da putä bateu palma devagar, só pra fazer cena. Pilantragem na cara dura. Melissa — E aí, foi boa a noite? Travei o maxilar, observando, já sabendo que vinha merdä. Grego — Boa pra caralhö! Tem muita b****a por aqui, né não? ___ Grego deu uma risada torta e soltou a braba da noite. Papo reto, nois tava vivendo. Só não entendia o porquê dessa infeliz estar se metendo no corre dos outros. Melissa deu aquela risadinha venenosa, soltando um "depende, né?", e Grego trancou a cara na hora. Grego — Vai se f***r, Melissa. ___ respondeu ela como sempre e ela quebrou ele com um olhar de canto, mas dessa vez Grego não moscou, meteu o pé e foi direto pro bar. A loira se virou pra mim, ainda desconfiada. Loira — Essa daí é tua mulher? ___ A mina soltou essa me fazendo rir. — Mulher? Só se for de outro. Eu e ela não temos nada. ___ dou o papo reto. Ah, vai tomar no cü! Só faltava essa agora. Melissa bufou, cruzando os braços com aquele olhar de quem quer tirar a paz do cria. Melissa — É mesmo, Kiko? Não temos nada. Mas olha como tu fica todo cheio de explicação. ___ A filha da putä me deixou putö de um jeito que só ela sabe. Essa mina vivia nessa palhaçada, querendo marcar território e depois fingindo que eu era só mais um no jogo dela. — Cê já gastou minha paciência. Vou meter o pé. Já deu pra mim. ___ Tava cheio das ideias tortas dela. Nessa, Grego voltou com um copo na mão e fuzilando Melissa, com um olhar. Grego — Espera aí, cuzãö. Vou contigo. ___ Ele soltou serinho e a Melissa riu debochada, como se tivesse vencido alguma porrä. Melissa — Ah, mas eu também vou. ___ Mano, essa foi a gota d’água. Eu e Grego nos olhamos, depois olhamos pra ela, e eu não aguentei.Gargalhei alto. — Tu não veio comigo, caralhoo, Vai ficar aí e depois vai embora do mermo jeito que tu chegou. ___ Esbravejei e o deboche na minha voz era nítido. Já tinha dado liberdade demais pra essa porrä. Ela me fuzilou com o olhar, os olhos pulsante de raiva. Balancei a cabeça, negando. — Vai arrumar outra vítima, Melissa. Eu já me liguei no teu joguinho. E meti o pé. Melissa cruzou os braços, a cara fechada de quem não ia deixar barato. Mas eu já tava de saco cheio, e tava metendo o pé, mas a voz da desgraçada me fez parar no lugar. Melissa — E tu, Grego? Vai me largar aqui? ___ Me virei olhando pra trás. Grego gargalhou alto, conhecendo bem a peça que tinha como meia-irmã. Ele nem precisou pensar muito. Grego — Tu veio comigo, porrä? Tu tem duas pernas caralhoo, se vira filhona. Melissa abriu a boca pra responder, mas ele nem deu chance. Grego — Procura o teu rumo, desgraça. Volta pra casa do mermo jeito que chegou. ___ Ele vociferou, estalando o pescoço antes de jogar a cabeça pra trás e alongar as costas. — Uma dor nas costas do caralhoo e uma praga me atazanando ainda, é pra acabar uma porrä dessa. Bora, Kiko. ___ fala, e eu concordo, dando a última olhada na desgraçada, e saímos dali, deixando Melissa fritando de raiva..... Contínua...
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