Malvadão Narrando Acordei na maciota, já sentindo aquele talento da minha preta, boca quente, língua solta, botando o malvadão na régua no calor do caralhö. Ela sabe que tem poder sobre mim, e abusa. — Porrä, Thaise… cê num cansa não, hein? ___ falei, jogando a cabeça pra trás, a mão pesando no cabelo dela. Ela riu de canto, marra de quem manda na porrä toda, e continuou até eu perder as forças. Quando terminou, subiu em cima de mim, sentou no meu abdômen e passou os dedos na minha cara. Thaíse — Tu sabe que eu gosto de te ver rendido, né, meu bandidö? ___ Tô dizendo que ela e afrontosa. — Só tu consegue essa façanha, pretinhä. ___ Soltei puxando ela pelo cabelo, trazendo a boca dela até a minha. Ela deu um selinho demorado, se levantou e saiu rebolando até o banheiro, escutei logo a

