NORA Tilly deixa a caixa cair assim que entro no quarto. — Pai amado! —Ela grita, apoiando a mão no meio do peito. O rosto mais pálido do que de costume. — Não, apenas eu. — Fecho a porta atrás de mim, dando um último olhar no corredor vazio para ter certeza que não fui seguida. — O que diabos significa isso tudo?— Meus olhos vagueiam por todo o metro quadrado sem acreditar. Existem pilhas e mais pilhas de caixas espalhadas, mas nada parece diferente da última vez que estive aqui. A cama e todos os outros móveis continuam no lugar exato, até mesmos os objetos não foram removidos. — O que é isso tudo? — refaço a pergunta, estudando o conteúdo de uma caixa aberta. Um suspiro e então Isadora bate na minha mão e o pequeno caderno cai no chão. — Que diabos. —murmuro, meio incerta do que fa

