NORA Arrasto-me até o vaso e o estudo antes de colocar minhas mãos sobre ele e trazê-lo para meu colo. A planta é artificial, mas pode passar facilmente por uma verdadeira, embora eu não lembre qual o nome dessa em específico, mas considerando que não estamos no Brasil, provavelmente é a imitação de uma planta estrangeira, provavelmente francesa. Largo a bolsa que ainda mantinha colada ao meu ombro no chão e enfio os dedos na areia no vaso. Não é artificial. Quando meu dedo anelar alcança um objeto enterrado no meio da areia, cavo o caminho com as unhas até tirar o metal de lá. Meu coração bate em descompasso enquanto empurro a sensação claustrofóbica de volta pela minha garganta e capturo a chave extra. Sou acometida por uma emoção genuína e mentalizo o rosto sorridente de Ari como reco

