CAPÍTULO 109

1660 Palavras

NORA — O que estão fazendo? — eu rosno quando um dos homens tampa meus olhos com uma venda escura, retirando não só minha visão, mas o restinho de poder que eu continha. — Solte-me! — balanço meu corpo contra o do que mantém presa, desejando colocar minhas mãos nos cretinos. — Quieta! — um deles grita e logo depois sou empurrada para frente, batendo meus pés um no outro quando erro um passo e quase desabo no chão. O barulho do trinco faz os pelos dos meus braços e nuca e se arrepiarem, então sou novamente empurrada para frente e ouço uma porta bater. — Eu posso pagar pela ajuda. — falo, não segurando as lágrimas. — Tenho dinheiro, posso pagar o dobro. — murmuro. Silêncio. Escovo as mãos suadas nas laterais da minha calça. — Estão me ouvindo? Posso cobrir qualquer valor que estão rec

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