NORA Tobiah limpa a garganta e espero que me peça para descer, ou simplesmente deixe-me sozinha, então quando a sua mão toca o meu queixo e ergue o meu rosto, eu desabo. — Estou aqui. — É tudo o que ele diz e é mais que suficiente para que meu choro alcance a liberdade. Eu puxo o ar e depois o libero com fome. A sensação agoniante no meu peito aumenta e por mais que eu tente controlar as lágrimas, sinto como se fosse uma guerra perdida. — Chore tudo o que precisar, menina. Contudo, prometa-me que quando terminar vai secar o rosto, alinhar a postura e fingir que isso não está quebrando de dentro para fora. — Não, não consigo. — Apoio a testa em seu peito, escondendo o rosto encharcado entre suas roupas. — Consegue, Nora. — O tom gentil faz o volume das minhas lágrimas dobrar, mas uma ba

