CAPÍTULO 91

647 Palavras

NORA A cada segundo a caçula Bragantino fica mais pálida, pressionando o lábio inferior até tirar sangre. No começo, seus olhos ainda estavam conectados com os meus, mas agora tudo que ela faz é encarar a parede. — Viu, ela não estava pronta para isso. —Falo, preocupada que ela não piscou em mais de um minuto. Agarro um pedaço de pano da minha camisola e limpo minhas palmas suadas. — Ela ficará bem. —Isadora protesta, fingindo não se importar com a garota e seu estado mental, porém consegui ver a preocupação em seus olhos antes que pudesse esconder. — Como sabem que o mataram? — A menina questiona, quebrando o silêncio e me fazendo travar no lugar. Eu estava quase indo até ela para abraçá-la. — Nós o atropelamos, depois checamos os batimentos e o levamos para o hospital. —Argument

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