LXXVI- Gregório Vitorino ( Grego)

3659 Palavras

Marília só tinha me usado, eu fui seu brinquedo, fiquei louco depois de escutar Larissa me dizendo que me amava, seu pai me disse que ela já havia chegado, sim, eu estava sendo um covarde, estava me apoiando nos pais dela pra poder chegar perto, pra conversar, já que as meninas tomaram partido do seu lado, estavam na razão delas, são mulheres e eu no lugar de Marília teria feito pior. Mas ver ela ali naquele jardim, de costas, nem precisava chegar perto, o vento da tarde arrepiando sua pele, trazendo seu cheiro pra mim. Tentei conversar, mas como sempre irredutível, ela estava na sua razão, mas tinha que entender que eu precisava dela, como nunca precisei de ninguém antes, lhe peguei nos braços, joguei no ombro como sempre fiz, ela tinha que saber que é minha, somente minha e comigo não t

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