LXXVIII- Alex Nunes

2006 Palavras

Dois anos passaram lentamente, vagarosamente em busca de maneiras de me torturar, só de me recordar do ultimo olhar Marília pra mim ainda me dói, me martirizo por dentro, cheguei a Ribeirão preto naquele mesmo dia, eu precisava fugir de mim, da minha dor, da minha culpa. Sobre Marília eu não soube nada, preferia não saber com certeza ela jamais me perdoaria pelo que fiz, foi um acidente, mas se eu não me perdoei, imagina ela. Foram dias fugindo, me escondendo, com certeza o filho da p**a do chantageador me entregou pra o traficante, que pegava ela, e por ter feito de trouxa, ele certamente mandou me procurar para acertar as contas. Dois anos, seguir minha vida em sigilo, fugindo, me escondendo, não retornei a Osasco para saber de Marília tampouco pra o Rio de Janeiro, para não ser retalia

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