Ele acena com a cabeça e me deixa ir, enviando saudações para a “menina”, que estava atrás de mim esperando o elevador. (...) Após os três minutos mais longos da minha vida, eu chego ao último andar e eu já me encontro em frente à porta de Bela. Eu bato na porta duas vezes para abri-la, leva alguns segundos e quando estou prestes a bater de novo, a porta se abre, revelando uma mulher de aparência deplorável, seus olhos cheios de lágrimas se abrem quando ela me vê. Ela recua assustada e n**a várias vezes voltar ao local e querer fechar a porta estúpida no meu rosto. — O que esta acontecendo? — Eu empurro com a mão, onde tenho o buquê, os chocolates. — O que acha que esta fazendo? — quando vê que insiste em deixar-me de fora. — Vá embora! — Exclama alarmada. — Muda para um tom de súplica

