Voltando à minha impressão inicial de Alexander e Andre na forma semianimal, poderia se dizer que tive uma impressão parecida desse ser: era como ver uma fotografia de um homem vestido com um traje de peles, com outra imagem colada por cima — a cabeça de um grande felino arrancada das páginas de uma revista de vida selvagem. O flash na minha mente era sinônimo de terror. Essa criatura não tinha pelagem preta; muito pelo contrário. Aquele monstro era branco, com a pelagem cruzada por listras fracas cor de caramelo. Tudo bem... Certo... Aquilo não era uma onça, nem uma pantera. Era outra coisa, maior e mais letal. — Johanna! — Dessa vez Alexander gritou para mim com mais dureza ao ver que eu não me mexia. Reagi muito devagar, suponho, porque me pareceu que levou uma eternidade para eu ras

