O Hattai, do lado dele da mesa, olhou para nós por mais de um segundo dessa vez, como se fôssemos um espetáculo interessante de assistir. Alexander virou a cabeça para o outro lado para que eu pudesse colocar outro adesivo nele, e suspirou. Ele não apagou o sorriso agradável do rosto. Estava se saindo bem em ficar relaxado, se esse era o objetivo dessa conversa meio sem propósito. Ele manteve a mão grande imóvel na barriguinha de Sasha, porque a menina já tinha fechado os olhos (mas provavelmente não soltaria os dedos dele). Voltamos ao silêncio. Eu ouvi o Burro falando sobre dragões, e coloquei com cuidado outro curativo na têmpora de Alexander. Eu estava quase terminando. E como já estávamos conversando para acalmar os nervos (porque era isso que estávamos fazendo, afinal — fingindo que

