Capítulo 6-2

921 Palavras

Ele falava com tanto orgulho. Dessa vez, eu sorri por pura ternura, porque os olhinhos dele se iluminavam de um jeito muito bonito e a voz ficava mais alegre quando falava do pai em termos tão bons. Era bom pensar que eu estava fazendo uma diferença no menino, que ele não tremia mais de medo ou frio, e que não estava com fome. Ele não estava triste, nem chorando. Uma pequena parte de mim se encheu de satisfação ao vê-lo tão feliz, porque eu estava fazendo algo certo. Ainda me surpreendia como era fácil conversar com ele. O que restava era conseguir algumas roupas para ele vestir; o coitadinho não podia ficar o dia todo naquele casaco pesado e desconfortável. O que imediatamente me fez pensar na bebê também. Eu tinha que comprar fraldas para ela, fórmula, acessórios de cuidado, roupas que

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