— Eu… Não sei como terminei nos braços dele. Não faço ideia. Minha cabeça parecia pesada, e tudo ao meu redor balançava. Eu sentia que ia cair, e movi as mãos de forma espasmódica, procurando algo para me segurar. A camisa xadrez de Alexander foi a única coisa que encontrei, e enfiei os dedos nas roupas dele. Estávamos nos movendo para algum lugar. Acho que ouvi Andre perguntar alguma coisa, e minha cabeça caiu contra uma superfície curva, dura e quente. O ombro de Alexander? Talvez. Ainda não consigo explicar quanto tempo passou até eu me encontrar deitada no sofá, minha visão escurecendo, e ouvi uma voz masculina dizendo alguma coisa bem alto, mas sem gritar. Ou talvez ele estivesse gritando, mas para mim soava como se fosse muito, muito longe. A última coisa de que me lembro daqueles m

