Eu rastejei quase mais um passo na direção dele sem recuar e me inclinei ainda mais. Pensei que talvez, se ele me cheirasse, entenderia o que estava acontecendo. Era Alejandro. Eu podia confiar nele, não podia? Naquele momento exato eu não podia ter cem por cento de certeza — mas também não podia deixá-lo daquele jeito. O risco era grande. Grande demais. Tentei não sentir medo: se ele detectasse terror em mim, o mais provável era que se aproveitasse disso e algo r**m acontecesse. — Vou tocar em você, Lai — Eu disse a ele, invocando o nome que os amigos mais próximos e os companheiros mais leais usavam — Vou tocar em você para que veja que sou eu, Johanna, e quero pedir que venha comigo. Andre está aqui também... você o vê? Outro rosnado. Andre se mexeu e sussurrou para mim: — Não, Han

