Eu acordei de novo, e ainda estava escuro. Mais uma vez, só Sasha estava comigo e não havia sinal de Andre. O relógio digital tinha mudado de data: eram quatro da manhã, do dia seguinte. Os comprimidos funcionavam em intervalos irregulares. Eu saí da cama com a intenção de ir ao banheiro, bocejando, e pensei em tomar um banho. Estranhamente, eu ainda sentia um cheiro forte no meu cabelo, talvez o fedor de pelo suado de quando a minha cabeça havia descansado no ombro peludo de Alexander naquele momento em que ele me carregou de volta para a cabana. Talvez fosse a memória inconsciente daquele cheiro que me fez acordar. Eu estremeci. Olhei por cima do ombro, e Sasha ainda dormia no meio da cama, bem agasalhada. Eu coloquei os dois travesseiros ao redor dela para que não se mexesse, e me lev

