Abanei a cabeça, bastante irritada, e fui para o meu quarto acordar o Andre. Sasha deixou-se banhar com tanta facilidade que em breve esqueci o meu mau humor e o medo. Decidimos banho primeiro, depois pequeno-almoço. Andre divertiu-se conosco — ele também parecia um pouco mais (falsamente, notei mais tarde) alegre; ou talvez a distração de me ajudar a lavar a irmã o tivesse puxado por um tempo daquele estado de ausência e depressão depois da má notícia do dia anterior. Ele era novo demais para estar deprimido — nada daquilo era justo para ele, nem para ninguém. Me senti melhor ao ver que um sorriso ainda podia formar-se nos lábios dele, e que o riso ainda podia sair da garganta dele, mesmo que fosse contido. O bebê estava muito confortável na água quente, embora fosse muito rasa para ev

