Acordei de novo porque o sol estava batendo na minha cara. Eu não tinha fechado as cortinas antes de ir dormir. Mas quando me lembrei do que estava acontecendo, e de onde eu estava, percebi que tinha dormido no sofá e a casa parecia muito quieta, muito vazia. Alguma coisa me acertou no peito, e eu me levantei muito rápido quando me lembrei dos meus hóspedes, especialmente por causa do fantasma daquela risada de bebê. Eles tinham ido embora? Talvez, por causa do que conversamos sobre aquele gato… — Alexander? — Perguntei, com medo — Andre! — Shh, não faça barulho. Meu filho tem uma audição muito, muito sensível. Ele ainda está dormindo. — Desculpa, eu pensei que… Virei-me e descobri Alexander vindo na minha direção. Ele parecia ter tomado banho há pouco e trocado de camisa; a que estav

