Estou em casa a dois dias e, sinceramente, estou pensando seriamente em voltar para o hospital por causa de Bernard. No dia em que tive alta, o médico pediu para que eu pegasse leve e não usasse a mão por alguns dias e, por causa disso, esse homem fica no meu pé o dia inteiro acompanhado cada passo meu para ver se estou repousando, se eu levantar para ir ao banheiro ele já está ao meu lado perguntando se eu quero ir no colo. — Você não tem trabalho? — Perguntei da primeira vez que ele fez isso. — Eu posso trabalhar de casa, não se preocupe comigo. — E foi assim que o meu pesadelo começou. Estou com vontade de comer doce, então saio da cama devagar mas não devagar o bastante já que Bernard acabou percebendo meus movimentos calculados. — Onde vai? — Per

