Porco para o abate

1789 Palavras

Mesmo que eu quisesse sair debaixo dessa mesa e gritar com os dois, eu não poderia. Eu teria que dançar conforme a música por mais que eu nunca tivesse ouvido esse ritmo, teria de improvisar. E pensar nisso enquanto o sangue corre rápido em minhas veias e meu coração está disparado, é mais difícil do que parece. A confiança que eu tinha com o Felipe sumiu, evaporou e tentar acha-la seria como pegar fumaça. Percebo então que, não posso gritar socorro. Afinal, quem me ajudaria? - Ah, Daniel, incrível a sua audácia de vir até aqui me ameaçar. - A voz ficou suave, e sinceramente, dava mais medo do que o tom alto.  - Nunca julguei a sua forma de jogar com elas, sabe disso. No entanto, você me envolveu nas suas brincadeiras e eu sinceramente não quero uma garotinha no meu pé achando que sou o

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