Seus lábios já estavam perto o suficiente para um beijo, e eu não estava nem um pouco afim de ignora-lo. Ele me dá um selinho, e chupa meu lábio, sinto o vasto gosto de champanhe. - Quero te perguntar uma coisa. - Sussurrou e beijou a minha bochecha demoradamente. - Soube que encontrou o Isaac recentemente. - Comenta e beija o meu pescoço. Meus olhos se abrem em pânico e ouço sua breve risada antes de morder o lóbulo da minha orelha. - Não quero te machucar, você sabe, não sabe!?” - Pega a minha mão direita e leva até o seu corpo, eu deixo ele conduzir a minha mão até sentir um metal duro e gelado, grudado na sua cintura e ao passar pela extremidade, percebo que é uma arma. Tiro a minha mão com força e dou alguns passos para trás aterrorizada. Ele iria me matar, com certeza iria, por q

