Capítulo 06

1084 Palavras
Maria Luiza Já faziam três meses que ele não voltou, Miguel vivia perguntando do tio e embora eu não ligasse muito até eu queria saber. O Uriel chutou pela primeira vez escutando o áudio que ele me mandou no dia que foi embora "Ai memor, toda vez que a tua mãe pensar em ficar com outro homem da uns chutes na barriga dessa mandada, te amo. Amo você também loirinha!" Sempre que eu perguntava do Ian eu escutava a mesma coisa "Ainda não deu notícias" Eu venho resistindo a v*****e de ligar para o número que ele me deu a alguns dias. A Nicoly vinha dormir comigo e ficar com o Felp aqui em casa, os dois tinham um lance escondido do pai dela. Luiza: Vai Miguel, você tá atrasado garoto! — Era sempre essa demora pra ir na escola. Ele correu até mim e abraçou a minha cintura, dei um beijo na bochecha dele e um tapinha nas costas. Luiza: O Patrick tá esperando você, vai lá. Fui com ele até a porta, o Pk buzinava a praga da moto dele sem parar as sete horas da manhã. Luiza: Tá com o r**o piscando parceiro? — Ele fechou a cara, amo irritar esse homem. Pk: Esse teu estresse é falta de rola — Ri, pior que era mesmo. Miguel: Tchau tia — Dei tchau com a mão. Vi a Paola na calçada da casa dela e fui até lá sentando ao lado dela. Paola: Você não quer mesmo entrar na VIP? — Ela sempre fazia a mesma proposta. Luiza: Você quer que eu seja striper grávida? Paola: Depois que o Uriel nascer gata — Neguei, mas tava com uma p**a v*****e de aceitar. Eu tinha comentado com ela que fiz algumas aulas e ela tem uma boate fora do morro. Me despedi dela e entrei pra casa, o Pk chegou com o Maridão e ficaram jogados no sofá jogando videogame na maior liberdade, otários. Pk: Qual é Luiza, pega uma cerveja na geladeira aí pra mim? — Tirei a sandália e joguei na cabeça dele. Luiza: Vocês só me fazem de escrava — O Patrick se aproximou me abraçando. Pk: Foi m*l, foi m*l — Ele colocou o rosto na curva do meu pescoço e beijou ali. Me afastei devagarinho. Maridão: Mulher surtada — Dei língua pra ele. Luiza: A próxima é em você paixão. Subi as escadas rebolando, com a dor nas costas de ser gostosa e de carregar um bebê de 7 meses. Liguei para o número de emergência que o Falcão me deu, a emergência é que eu não aguento mais esses agregados aqui em casa. Chamou por um bom tempo. — Alô — Era uma mulher. Luiza: Onde tá o Falcão? — Amorzinho é pra você. Falcão: Luiza? O que aconteceu? — Filho de uma p**a tava curtindo enquanto a gente não sabia nem se ele tava vivo. Luiza: p***a! Enquanto nós ficamos preocupados você curtiu bastante né? Falcão: Não é isso... — Desliguei a chamada. Olhei pra porta do quarto vendo o Pk em pé, me olhou de cima a baixo e riu. Pk: Por que você não dá o troco? Luiza: Dar o troco de quê? A gente não têm nada. Ele estendeu a mão e me ajudou a levantar. Beijou o meu pescoço e mordeu o lóbulo da minha orelha. Pk: Eu quero te comer de todas as formas possíveis nesse quarto, mas p***a eu não posso. Luiza: Por que não? — A minha b****a implorava. Eu estava a três meses sem s**o, eu precisava tirar o estresse. Pk: Não vou pagar de talarico, tô ligado que o Falcão quer um futuro contigo. Luiza: Sai do quarto por favor — Ele me olhava como se fosse superior a mim — Se você não sair... Ele grudou as nossas bocas puxando a alça do meu vestido pra baixo. Empurrei ele na cama e abri a bermuda tirando seu p*u pra fora. Sentei no seu colo afastando minha calcinha e encaixei nossas intimidades. Ele me ajudava a quicar nele. O Pk me tirou do seu colo, me deitando na cama colocou uma das minhas pernas no seu ombro estocando lentamente em mim. Pk: p***a! Sentia seu p*u me preenchendo totalmente, o Pk aumentou o ritmo me dando um t**a na cara. Luiza: Isso... E-eu tô quase lá — senti meus músculos se contraindo pelo o*****o. Ele gozou dentro de mim e deitou do meu lado ofegante. Silêncio. Isso era tudo o que se fazia presente ali, ele só levantou e vestiu a camisa que tinha tirado e saiu do quarto. Tomei um banho e desci me jogando no sofá ao lado do maridão. Maridão: Ele tava te matando? — Soquei o braço dele. Luiza: Vai comprar o almoço vai — Ele concordou. Antes de sair ele parou na porta e virou me encarando. Maridão: Tá ligada que quando o Falcão souber o Pk vai ser cobrado né? — Engoli em seco. Luiza: Ele deve tá fazendo pior na casa do cecete que ele tá — Ele negou. Fiquei esperando eles voltarem, os três sempre vinham almoçar comigo e acabou que a gente fez uma amizade. Instagram @nicalencar: Fala princesa @nicalencar: Baile hoje? @alencarmalu: Sim, mas vem almoçar aqui maria fuzil @nicalencar: Falou, fé. Vi uma miniatura de homem correndo na minha direção. Miguel: Tia, tava com saudades — Abracei seu corpinho. Luiza: Toma um banho e desce que a tia Nicoly tá vindo aí — Ele subiu as escadas correndo — Sem correr, quantas vezes eu vou ter que falar? Felp: Ele tá voltando. Luiza: Que o carro capote no caminho, amém. Maridão: A gente têm que conversar. Sentamos na mesa os quatro. Felp: Ele não vai voltar a mesma pessoa, vai voltar agressivo, mas a gente n******e fazer nada durante a noite porque ele não vai querer que você saia daqui. Maridão: Ele se entregou pra você viver entendeu p***a? Passou três meses em t*****a pra não ver as formigas enchendo a sua boca, então só não estressa. Luiza: Então tá. "Ele vai voltar mais agressivo" não, eu espero que não. Coloquei os pratos na mesa, esperamos a Nicoly chegar e almoçamos jogando conversa fora. O que eu menos queria era tornar a minha vida um inferno de novo. Se eu precisasse ir embora, eu iria. *** meninas, criei um insta literário o @aut.izzamarques Nós temos um g***o conjunto no w******p de várias autoras maravilhosas de morro daqui, o link está na bio. Reescrito e revidado.
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