Tomei meu banho e em alguns minutos deixei tudo arrumado como o Diego pediu, espero não precisar ficar muito tempo lá. E dessa vez quando eu vier, eu nunca mais volto para aquele lugar. Que destruiu tudo que uma garota de 11 anos um dia pudesse sonhar. Eu odeio aquele lugar com todas as minhas forças e sinceramente, não sei o que fazer quando chegar lá. Fechei a minha casa e fiquei na varanda esperando ouvir o som do carro do Diego, o que não demorou muito. Estava saindo daqui com o coração na mão, a mente a milhão e ainda tentando assimilar o que estava acontecendo. Entrei no carro coligando minha bolsa no banco de trás e o Diego me cumprimentou com um selinho demorado acariciando o meu rosto. Diego: Como você está? - Perguntou preocupado. Gabriela: Na mesma, tentando assimilar tu

