🕊️ NARRADO POR CATARINA Eu ainda estava ofegante, sentindo o pulsar do corpo do Estêvão dentro de mim, mas quando a realidade daquela sala começou a voltar, olhei para o chão. Os restos da minha calcinha de renda estavam jogados num canto, um trapo inútil, e as alças do meu vestido pendiam rasgadas, revelando muito mais do que o devido. — Estêvão... — chamei, a voz ainda rouca, olhando para o estrago. — Você rasgou minha calcinha... como eu vou sair daqui agora? Meu vestido também está perdido. Vou ter que descer o morro desse jeito, toda exposta? 🐯 NARRADO POR TIGRE No que ela falou "exposta", o sangue que tava fervendo de prazer gelou de puro ciúme. A imagem de qualquer um daqueles moleques lá fora, ou qualquer morador, colocando o olho no que eu acabei de marcar, me deixou possesso.

