Finn. Dr. Philips me encara com seu sorriso bondoso assim que entro em seu consultório. É uma sala grande e monocromática onde os tons de carvão e branco são propositalmente variados para evitar que os pacientes tenham distrações com cores fortes e vibrantes. Não é um problema para mim, pois quanto mais escuro o local é, me sinto mais a vontade uma vez que vir aqui para conversar sobre meus problemas é uma tarefa um tanto complicada e me sinto camuflado na escuridão proporcionada pela sala e por minhas roupas pretas então praticamente desapareço quando me sento no sofá. -Como você está se sentindo hoje? Melhor do que da última vez? -Ele pergunta estirando as pernas para frente com sua postura casualmente fingida. Sinto vontade de rir do seu pensamento positivo em achar que em algumas

