— Merd@! — Miguel rosnou, forçando a maçaneta inútil da porta do telhado. Abaixo, na escada de incêndio, os gritos dos homens de Breno se aproximavam. Não havia tempo para pensar. — C4! Agora! — Ordenou ele. Um de seus soldados rapidamente fixou uma pequena carga moldável ao redor da fechadura externa. — Afasta! Todos se encolheram nos degraus estreitos. A explosão foi um baque seco e metálico, estourando a tranca e lançando estilhaços. Miguel chutou a porta, que se abriu com um rangido, revelando a escuridão varrida pelo vento do telhado. Eles irromperam para o espaço aberto. O topo do prédio era um labirinto de dutos de ventilação, antenas e caixas d'água. Do outro lado, a silhueta da escada de incêndio externa era a única esperança de descida. Mas eles não estavam sozinhos

