Um barulho alto e tremores na terra fizeram objetos quebrar e casas que ainda estavam em pé desabar. Cleo acordou com móveis quebrados, janelas em pedaços e o teto ameaçando a cair. — Mãe, pai!! — Ela gritou com medo, tendo a sensação de que ainda estava sonhando. Ninguém respondeu. Havia gritos do lado de fora, mas nenhum era chamando seu nome, eram pedidos de socorro. Cleo estava imóvel em sua cama, tentando pensar para onde ela iria correr até que o teto desabou sobre ela e foi jogada ao chão, junto com sua cama que havia quebrado no meio da bagunça. — Socorro!! — Ela gritou o mais alto que pôde, sentindo sua garganta doer e o ar acabar. A poeira invadia seus pulmões e se mover embaixo daqueles estilhaços estava difícil. Foi quando o peso que estava sobre seu corpo sumiu e ela vi

