— Uriel, de onde você tirou isso? — Isaura perguntou ao filho com um tom sério. — Não é da sua conta. Vamos embora, Úrsula. Infelizmente, ela ainda está viva. Teremos que esperar outro momento para assinar os papéis de sua morte. — Uriel não iria prolongar aquela conversa. Úrsula era uma bomba-relogio, não fazia ideia de quando poderia mudar de ideia. — Que tipo de filho deseja a morte de sua mãe? Eu te criei. Dei o melhor para você. No fim, me trata dessa forma? Ingrato. Você é um pirralho ingrato. Se soubesse metade das coisas que eu tivesse que fazer para você chegar onde chegou. — Isaura gritou se levantando. Uriel parou, colocando Úrsula atrás dele. — Uriel, você é irresponsável. Imaturo. Sou eu que resolvo todas as merdas que você faz constantemente. Sabe que tudo que tem fui eu qu

