capítulo 8

1200 Palavras
Amor é um marco eterno, dominante, Que encara a tempestade com bravura; William Shakespeare _____________________________ ** Mia aubrey** Estava chegando em casa, meio coração estar em ruínas. Deniel é o causador disso tudo. Não sei como conseguir gostar dele tão rápido, gostar... Sim, gosto de deniel, não tinha como negar. Até os animais saberiam disso, estava estampado na minha cara. Um barulho de um tiro faz nick se agita, ele ergue suas duas patas para cima, fazendo eu cair de costas no chão. Começo a tossir sentindo o ar fugir dos meus pulmões. Me levanto devagar, nick sumiu, estava sozinha. Começo a andar meio tonta, na direção da minha casa. Parecia que quanto mais eu andava, mais eu estava longe. Estava perdida, essa era a realidade. Me sento encostada em uma árvore e deixo meu choro vir com vontade. Minha mãe costumava falar que o amor revela o melhor do ser humano, tanto que o amado iria se contentar com apenas um abraço da pessoa amada. Lembro dos braços de seu rosto, seus cabo ruivos que iam até sua cintura, minha bela e doce visão. Uma visão que eu nunca mais irei ver. Agora aqui, sozinha, como eu vou ter a confiança que ela queria que eu tivesse um dia? Meu peito estava um caus, as respostas que eu tinha viraram perguntas, dúvidas, incertezas. Deniel ackles. Esse era o nome da pessoa que estava fazendo isso comigo. E me odeio por ainda o querer mesmo com todas essas palavras, minhas vontade de conhecer suas manias, seus gostos. O mundo ficou sem cor. Tudo em minha volta parecia sem vida, sem graça. Fecho meus olhos, chorando. . . . Abro os olhos e vejo minha mãe ali, sorrindo para mim. Linda como sempre. Ela usava uma roupa branca, avia asas com ela, um anjo. -- mamãe!-- sussurro. -- vem aqui minha flor!-- fala estendendo a mão. -- mamãe!-- grito e corro abraçando ela. -- não chore minha flor, isso não combina com você!-- fala ela. -- mamãe, ele..!-- não consigo falar por conta do choro. Como eu avia gostando tanto desse homem? -- é normal que esteja assim filha, ele foi seu primeiro em muitas coisas, nesses últimos dias!-- fala minha mãe. Solto ela e me sento no chão abraçando minhas pernas. Ela se agacha ficando do meu tamanho. -- e mesmo assim, me tratou como qualquer mulher!-- falo baixo. -- não querida, foi a forma dele de te proteger. Ele conversou comigo noite passada!-- fala ela. Levanto meu rosto para olha-la. -- como assim conversou com você?-- pergunto. -- me de suas mãos!-- fala. Pegou minhas mãos, me puxando para ficar de pé. -- feche seus olhos!-- fala ela. Fecho meus olhos, quando abro estou no futuro jardim de deniel, onde ele avia me destroido. Ele estava ajoelhado no chão, com as mãos na grama e sua cabeça abaixada. -- escute!-- fala minha mãe. -- senhora aubrey. Eu não posso, me perdoe. Eu sou perigoso, eu não quero machucar uma garota como mia, sua filha é especial e eu me recuso que ela fique com um homem como eu. Pedoe-me por mão ser forte!-- fala ele. Deniel parecia estar sofrendo. -- estou sonhando?-- pergunto sem tirar os olhos dele. -- você acredita no que quiser acreditar. Olha pra mim!-- fala minha mãe. Ela aparece no meu campo de visão e toca meu rosto. -- se tornou uma mulher linda, assim no suas irmãs. Lhe dê uma chance para amar filha!-- fala ela. . . . Abro meus olhos de novo e estou deitada no chão, no mesmo lugar de ontem. Estava claro, meus olhos arderam com a claridade. Me levanto com dor de cabeça. Passos. Estavam se aproximando, estava fraca, com fome e cansada. -- é ela que ele está procurando?-- escuto uma voz masculina. -- falou que era uma garota assim!-- outra voz aparece. -- vamos pega-la logo,espero que deniel sabia não se meter mais com a máfia depois disso!-- fala o homem. Sinto braços na minha cintura, algo cobrir meu rosto. Começo a me debater mais sinto um murro na minha barriga. -- fica quietinha, logo, logo chegaremos na mansão!-- fala com uma voz ameaçara. Quem são esses caras? Por que a mansão? Como assim envolvido com a máfia? Sinto ser solta com tudo no chão, saio em cima da minha perna, o que me faz da um grito de dor. -- mia!-- escuto a voz do homem que quebrou meu coração. -- opa, opa, opa. Não se aproxime!-- Fala um homem. Não via nada ainda, apenas escutava, já que ainda estava com algo na minha cabeça. -- sai de perto dela seus vermes!-- fala com ódio na voz. -- notre patron a dit qu'elle avait refusé la proposition!-- fala um dos homens. ( Nossa chefe falo que recusou a proposta) -- Je n'accepterai rien. Maintenant éloigne-toi de ma fille!-- fala deniel com diaba. ( Não vou aceitar nada. Agora sai de perto da minha garota) -- Votre fille? Elle était allongée sur le sol en train de dormir. Est-ce ainsi que vous traitez votre fille?-- perguntou ele. ( Sua garota? Encontramos ela no chão dormindo. É assim que trata sua garota) -- chega de papo. Se não vão sair de perto dela por bem, vai ser por m*l!-- fala deniel. Sinto algo se mover e logo dois tiros. Meu coração estava disparado. Mais um tiro soa e depois tudo fica em silêncio. -- mia!-- escuto a voz de Deniel. Finalmente ele tira o que atrapalhava minha visão, vejo seu braço, avia levado um tiro. -- meu Deus, deniel seu braço!-- falo tocando levemente. -- estou acostumada não se preocupe, vem!-- fala. Está acostumado? Fomos para dentro de sua sala, estava mancando, minha perna doía demais. -- mon dieu éternel, o que ouve?-- perguntou Maria quando nos viu. -- Maria, fale para os seguranças irem atrás dos outros e cancelarem as patrulhas, já a encontramos!-- fala deniel. -- sim Monsieur!-- fala ela. -- Letícia me ajude aqui, acho que ela quebro a perna!-- fala Deniel. Me apoio em Letícia que me coloca sentado no sofá, deniel se senta do meu lado com uma expressão de dor. -- apenas desloco, vai ter que colocar no lugar!-- fala ela tocando devagar na minha perna. -- deixa que eu faço isso!-- fala se apoiando no chão. -- pode apertar minha mão!-- fala Letícia segurando a minha mão. -- quando estiver pronta!-- fala ele. -- pode ir!-- falo logo. Ele vira minha perna com tudo, aperto forte a mão de Letícia, sufocando um grito. -- vou pegar as coisas para tirar essa bala daí!-- fala Letícia sumindo. Ficamos quietos ali. -- todos ficaram preocupados com você. Sumiu deis de ontem a tarde!-- fala sem me olhar. -- precisava de espaço!-- falo. Ele acena entendendo o motivo por eu querer isso. -- Je suis un connard!-- fala ele. ( Eu sou um b****a) As portas se abrem com tudo e um homem aparece junto com uma criança. -- opa, não apareci em boa hora!-- fala ele. ____________________________ Hey gente. Tudo bem com vocês? Espero que tenham gostado amoresssssss Não esquecem de votar no capítulo ??? Beijos e até a próxima ??❤️?
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