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517 Palavras

Carioca Passou quase uma semana e nada da Heloise. Nenhum sinal dela, nem sequer um fio de cabelo. Fui atrás de todos os lugares onde ela poderia ter ido. Voltei até o prostíbulo onde a encontrei, mas nada. Perguntei em outros pontos onde ela era conhecida, até mesmo no prostíbulo no Morro da Fé. — Heloise não passou por aqui — Gui, o chef do Morro da Fé, diz. — Ela desapareceu. — Aquela gostosa desapareceu? — ele pergunta, com um tom de curiosidade. — Muita coisa — respondo, aceitando um baseado que ele me oferece. — Ela é igual ao pai, carne de pescoço — Gui comenta. — Não sei — respondo. — Tá protegendo ela depois de três anos querendo matá-la? — Eu sinto verdade no que ela me disse — falo. — Verdade? — Gui parece cético. — Aquela lá só sabe sugar os homens com quem se envolve

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