Indo para a sala de refeições me encontrei com Victor. — Conseguiu? — Sim. Não vê o meu sorriso? — Paro na frente dele. — Agora é só esperar para ver o que acontece. — Olho-o de cima a baixo e salivo. — Está até mais atraente aos meus olhos. — Quer dizer que sou o seu preferido? — Não é mais o último da lista. — Diga que não sou o penúltimo. — Ele dá um sorriso de lado e toca a minha cintura. Olha para os lados e me beija intensamente. A sua boca tem gosto de hortelã e isso me faz desejá-la mais, mas não posso arriscar ser vista. Nos separamos e ele me dá um selinho. — Não é o penúltimo, nem o antepenúltimo. — Pelo que eu fiz por você, eu devia ser o primeiro. — Eu sei, mas prefiro que a minha lista seja anônima. Se for o primeiro, não saberá. — Será ser possível adorar e odiar um

