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2893 Palavras

Fernanda Vejo o Breno no canto sem luz, encostado no parapeito de tijolo sem reboco. Sigo até ele vendo a fumaça do seu baseado espalhando no ar, enquanto ele olha pra baixo com a vista da favela iluminada. Abraço ele por trás apoiando meu queixo na suas costas olhando seu rosto sério por baixo do boné -ta bravo?_ pergunto enfiando minhas mãos no seu bolso, ele enche a boca de fumaça, soltando um pouco pelo nariz Breno- tô de boa. _ diz com a voz prensada e solta a fumaça em seguida -Obrigada por ter ficado comigo e ter me ajudado a enfrentar mais esse medo. Você foi perfeito como das outras vezes e eu estou muito feliz por você ter me apoiado! _ digo sorrindo, ele me olha torto por cima do ombro Breno - ta tão felizinha que já tá querendo ir pro lado dele?_ diz com desgosto, marren

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