Quando chegou no carro, ele soltou o braço dela, jpgou a coroa no banco de trás, e não abriu a porta para que ela entrasse,quando sentou, ele arrancou com o carro, calado, com a cabeça cheia de desespero, a mão no ombro. Parou no estacionamento e comprou um vinho. Foram para um mirante próximo. _ Estela, você está feliz? _ Sim, estamos juntos... _ Não parece, porque deixou o francês, tocar na sua cintura, e depois no seu ombro. A voz dele estava mansa, mas carregada de raiva. Seu olhar era frio, calculista e não tinha a chama da paixão que ela via antes. _ Por que você está criando essas coisas? O Pierre ia caindo e escorou-se em meu ombro. Todos estavam ali, não houve contato nenhum. _ Lá de cima não parecia que não houve contato. Parecia até que roloou um selinho quando você olho

