LIBÉLULA NARRANDO Seguimos a rotina de mais um dia ensolarado no céu do Rio de Janeiro, com a mãe da Lídia ainda sobre a custódia do comando, o nosso intuito no início era pegá-la para trazer a Lídia até nós, porque alguém aquele demônio deve amar ou ter algum sentimento porque não é possível, ser tão fria como ela está sendo, eu ainda não tinha parado para pensar e me colocar como mãe, no lugar dela a respeito a Cristal foram dias difíceis, fiquei reproduzindo na minha mente uma cena que eu não vi, mas que o Léo me contou como a criança foi entregue para ele, porr@ é esse que essa mulher tem, tenho certeza que ela teria coragem de comer um ser humano. Ouvindo o lado da história da mãe da Lídia, me deixou com uma pequena pulga atrás da orelha, ou ela esconde alguma coisa ou ela está pens

