Bryan Thompson: Os dias que seguiram ao nascimento de Sofia foram envoltos em uma tranquilidade quase irreal. A cabana, que antes havia sido um campo de resistência e tensão, agora era como um lar. Simples, silencioso e cheio de significados. Bryan passava as manhãs segurando a filha junto à janela, murmurando promessas que ele jamais ousaria fazer em voz alta tempos atrás. Debby, ainda se recuperando, alternava entre o cansaço físico e a emoção de cada novo gesto da filha. Sofia era pequena, delicada, mas já carregava nos olhos um brilho atento, como se soubesse tudo o que seus pais haviam enfrentado para que ela estivesse ali. Na parede da sala, a velha fotografia da praia onde Bryan e Debby se beijaram pela primeira vez sob o novo nome ainda permanecia pendurada. Era um símbolo. Não

