Ecbátana, Astiáges - 200 a.C Ela estava reluzente. Feliz e animada. Ele estava confiante. Satisfeito e orgulhoso. Ela celebrava o início de uma nova fase. Ele celebrava o desfecho de mais uma missão executada com sucesso. Ela estava no começo de sua vida. Ele já havia vivido muitas. Ela tinha alma pura. Ele também. Ela ainda não conhecia o amor. Ele também não. **** — Proponho uma pausa como recompensa pelo meu bom desempenho de iniciante! – Uriel cavalgava seu cavalo branco, altiva, ela aguardava a resposta do irmão que seguia ao seu lado. — Não sei se já é seguro baixar guarda, minha irmã. – Apesar de saber que sua missão chegara ao fim, prudência era um de seus lemas. — Ainda sinto cheiro podre dos Anjos Negros. – Enrugou as narinas. — Estão há léguas de distância. – Ela minimi
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