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968 Palavras
Uma sensação de déjà vu cruzou o corpo de Adeline assim que ela percebeu que estava deitada em um colchão macio e enrolada em um cobertor quentinho, exatamente como havia acontecido quando havia acordado alí na colina no primeiro dia, a diferença era que agora ela também estava sentindo dois corpos enormes e quentes de conchinha com o seu, um de cada lado, praticamente a sufocando entre aquelas duas paredes de músculos, que era deliciosa pra caramba. Adeline abriu os olhos lentamente, corando de maneira absurda ao lembrar de tudo o que havia acontecido na noite anterior e do que fizeram no gramado, igual um trio de animais selvagens. Lembrar das sensações a fez arquejar baixinho, sentindo dois pares de mãos apertarem a sua cintura em resposta, indicando que os dois safados não estavam dormindo como ela pensou que estariam. O quarto ainda estava bastante escuro, mas era possível ver a luz forte do dia claro lá fora entrar por debaixo da porta. Aquele era o quatro de Beau, e não era muito diferente do em que estava ficando. Ao erguer o rosto, ela percebeu que estava com a cabeça pressionada contra o peitoral de Max, com o nariz enterrado na sua pele marrom e absurdamente cheirosa. Dois olhos escuros — Completamente pretos dessa vez — a encaravam de volta com tranquilidade, fazendo-a morder levemente o lábio, pois os três estavam completamente pelados e ela estava sentindo algo duro contra sua coxa e outro contra sua b***a. As mãos de Beau acariciavam sua barriga em movimentos circulares, enquanto ele esfregava o nariz de forma manhosa contra a orelha de Adeline. — Bom dia, princesa. — Max sussurrou, abrindo um pequeno sorriso safado e trocando olhares com irmão vez ou outra. A camaradagem dos dois era fofa, mas as vezes os dois se juntavam contra ela apenas para irrita-la ainda mais. — B-bom dia. — Respondeu, olhando para trás para conseguir encarar Beau também, que como sempre, estava meio calado, apesar do seu olhar ser afiado. — Como dormiu? — Max continuou, subindo as mãos pelo corpo macio e pequeno da garota, fazendo-a morder o lábio e sentiu uma onda de arrepios, principalmente quando ele empurrou os quadris para frente e encaixou seu p*u na b****a dela. — M-muito bem. — Adeline trincou os dentes e se esfregou contra aquela dureza deliciosa, mesmo que estivesse meio dolorida e dormente, porque como se não bastasse aguentar um lobisomem selvagem e safado, ela teria que aguentar dois. E Beau... Bom, Adeline desconfiava que aquele safado queria vê-la sofrer, porque ele era meio sádico, embora Adeline adorasse aquilo, assim como adorava como Max era atencioso e cuidadoso. — E como está se sentindo? — Ele continuou provocando-a, levantando levemente a perna de Adeline e penetrando sua b****a dolorida, que já estava molhada e preparada para ele. Adeline também sentiu Beau encaixar seu p*u na sua outra entrada, fazendo Adeline soltar um gritinho e enfiar a mão por debaixo do lençol, agarrando a base pulsante do m****o dele e o obrigando a ir devagar. — S-se eu não conseguir caminhar depois disso, vou matar vocês. — Ela avisou, embora o aviso fosse especificamente para Beau, porque seu cuzinho já estava completamente dolorido e alargado, e se aquele safado resolvesse ser bruto, ela iria perder o movimento das pernas. Beau riu contra a sua orelha e abraçou seu corpo febril, tomando os s***s de Adeline com as mãos. — Tudo bem, princesa. — Ele sussurrou contra a orelha de Adeline, enfiando devagarinho seu mastro no buraco, com cuidado, apesar do toque nos seus s***s sensíveis continuar sendo possessivamente e sobrenaturalmente gostoso. Ela passou os braços ao redor do pescoço de Max e sentiu espremer ainda com mais força seu pequeno corpo contra o do irmão, prendendo-a entre os dois peitorais musculosos e quase idênticos. Os dois começaram a fodê-la sem muita cerimônia, com carinho dessa vez. Era estranho e delicioso sentir aqueles dois mastros gostosos e enormes a fodendo ao mesmo tempo, mantendo um ritmo que a fazia soltar gritinhos de prazer, arranhando-os para descontar a onda intensa de prazer que estava sentindo. As vezes os dois safados ficavam revezando, de modo com que enquanto um entrava, o outro saia, alternando as estocadas e a fazendo ficar praticamente maluca, mas as vezes eles faziam se forma sincronizada, metendo até o final ao mesmo tempo, o que a deixava igualmente alucinada. — Você gosta, Amor? — Beau a provocou, descendo lentamente uma das mãos pela barriga de Adeline, acariciando a sua pélvis até chegar ao seu c******s sensível, pouco se importando se estava roçando os dedos nos pelos pubianos no irmão ou não. Tê-lo acariciando aquele seu ponto sensível de forma voraz a fez soltar um gritinho, tentando inutilmente fechar as pernas bambas. — S-sim... — Ela gemeu a resposta, zonza de tanto prazer e com a visão completamente embaçada. O prazer cru que os dois estavam provocando era simplesmente assustador. Beau estava fodendo seu cuzinho dolorido com carinho, indo tão fundo que causava borboletas no seu estômago, e apesar de estar sendo cuidadoso nas estocadas, ele estava sendo bruto na forma como massageava seu c******s, fazendo Adeline tremer de tanto prazer. Max estava indo tão fundo na sua b****a que deixou a garota assustada e espantada ao mesmo tempo, sentindo um orgasmo intenso se aproximar. Adeline gozou com intensidade, tremendo igual vara verde enquanto os dois rosnaram e intensificavam as estocadas, atingindo o ápice ao mesmo tempo e enchendo o seu interior com aquele leitinho absurdamente quente. Ela gemeu baixinho e enterrou e sentiu Beau acariciar sua nuca, enquanto Max beijava seu queixo tranquilamente. Adeline fechou os olhos e ronronou como um gato manhoso e completamente saciado, pretendendo dormir por mais alguns minutos e aproveitar o calor gostoso daqueles dois corpos ao seu lado.
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