Victoria — Como elas estão? Giovanni está de pé diante de mim, segurando a pequena corrente que prende minhas algemas. — Não estão muito apertadas? — Não — balanço a cabeça, embora meu coração esteja disparado. Estar amarrada quase me transporta de volta àquela noite que não quero lembrar, mas a ideia de estar presa sob os cuidados dele é... estranhamente excitante. Saber que as algemas se soltam com facilidade me dá a segurança que tanto anseio — cabe a mim não puxar com força demais. — Ótimo. — Giovanni solta a corrente e repousa a palma da mão sobre minha barriga. Estou deitada em uma mesa macia de borracha, vestindo apenas a calcinha, com uma bandeja ao meu lado cheia dos brinquedos que escolhi. Ele não estava brincando quando disse que experimentaríamos todos. — Agora, lembra:

