Capítulo 30

1031 Palavras

Giovanni Um silêncio sufocante preenche o carro enquanto Enzo e eu dirigimos pelas ruas da cidade repletas de vida noturna, alheios ao perigo que os cerca. Um perigo vindo da única coisa que deveria ser a menos perigosa. o maldito planeta. A água do reservatório. Muito do que aprendemos hoje parece pedaços quebrados de uma panela amontoados em um saco esperando para serem remontados. Enzo senta-se ao meu lado no banco do passageiro, batendo os dedos furiosamente na coxa. Quando estou prestes a perguntar o que ele está pensando, ele fala. — Então, Romeno vem pagando médicos para falsificar atestados de óbito e funcionários do governo para reprimir qualquer tentativa do público de questionar a qualidade da água que sai do reservatório. Ele estala a língua. — Uma lista que inclui Lú

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