Depois do expediente fui até o hospital como disse que faria, encontrei Marina que já estava lá já que saiu mais cedo, ela não parecia nada bem. — Olá, posso entrar. — Falo batendo na porta com um presente para o bebê em mãos, Bia me ajudou já que eu não sei nada sobre bebês. — Mike! Entre, você veio mesmo. — diz sorrindo. — Falei que viria. Cadê o rapazinho. — Me aproximei vendo o bebê, ele não parecia m*l, mas os bebês são imprevisíveis, não é atoa que tenho tanto medo de ser pai. — É muito grande, nem parece um bebezinho. — Ele é grande mesmo. — me aproximei enquanto ele estava no colo dela, morro de medo de deixar um bebê frágil assim cair no chão. — Você não parece bem. — comentei. — É nervoso demais. m*l estou dormindo preocupada, além dos problemas na padaria. Estou exausta, M

