Vincenzo colocou Sophie com cuidado sobre a cama, mas as mãos tremiam descontroladamente. O sangue manchava a camisa e os braços dele, mas tudo o que conseguia fazer era olhar para ela, imóvel, frágil, pálida demais. Ele se ajoelhou ao lado, passando a mão pelos cabelos dela com uma delicadeza que contrastava com a raiva e o caos que o consumiam por dentro. — O que… o que você fez, piccola? — murmurou, a voz rouca e falha, olhando para a barriga de Sophie, onde a vida deles também estava em risco. Levantou-se bruscamente, passando a mão pelos cabelos, andando de um lado para o outro no quarto como um animal encurralado. Tentava entender… como ela saiu do quarto? Por que estava sozinha? E… por que diabos ele não percebeu antes? Parou, os olhos cravados no corpo dela, e então a lembranç

