Naquela mesma noite, Vincenzo vestiu seu terno preto impecável, ajustando a gravata frente ao espelho com a precisão fria de sempre. Os olhos verdes escuros não denunciavam qualquer hesitação ou fraqueza. Desceu as escadas da mansão sem sequer lançar um olhar para o andar onde Sophie, provavelmente, já dormia. Ao entrar na garagem, escolheu um dos carros de luxo, um Maserati n***o fosco, e partiu, deixando para trás o silêncio pesado da propriedade. A boate, localizada no centro de Palermo, pulsava com música, luzes e corpos se movendo freneticamente. Lá, Vincenzo sentia-se no controle absoluto: cada olhar de respeito, cada saudação silenciosa, cada mulher que se insinuava em sua direção… No camarote reservado, encontrou Lorenzo, já com um copo de uísque na mão. — Está mais calado do

