169- CIÚME

1019 Palavras

CAPÍTULO 169 TAYNÁ NARRANDO A ruiva saiu dali nos braços do Carioca, gritando e batendo nele, e eu e a Bruna só conseguimos nos olhar e cair na risada. Cena de novela. Todo mundo parou pra ver, mas pra gente… já era previsível. — Eu avisei, né? — falei, rindo alto, abanando o rosto com a mão. — Quando esses dois se pegam, é guerra e paz no mesmo minuto. Bruna gargalhou, levantando o copo. — E a guerra agora foi pesada, viu? — disse, piscando. — Mas tu sabe que daqui a pouco ela aparece com o batom borrado e o cabelo bagunçado, dizendo que foi “só conversa”. — Só conversa, é? — ri, virando o resto da bebida. — Sei bem o tipo de “conversa” que eles têm. Bruna bateu o copo no balcão. — Bora beber mais, Tayná. Essa noite ainda tá nova! — Bora, porrä! — respondi animada, e a gente foi

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